O ser Só, o não “SER”

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O ser Só, o não “SER”

         É… acho que escrevi pensando em você … 

        Ficar sozinho, creio que a maioria entende esse “termo” como escolha, ora, sem hipocrisia,outrossim, respeitando sua zona de conforto, até aqui você fez o que podia ter feito, errou, acertou, sangrou, feriu e foi ferido, mas vamos combinar? Não existimos sozinhos. E agora meu caro, está na hora de “ser feliz” .
“…E mais uma vez, agora cara a cara com a felicidade, você continua não escolhendo. Vai ser escolhido. E agora cheio de si, vai transbordar. Vai amolecer as pernas por um sorriso, e será digno de recebê-lo só para si. Vai sentir palpitar o coração só de ouvir a voz da pessoa e aquele arrepiar de até suspirar, a cada toque por mais despretensioso que seja. E você, Capitão do Navio da sua vida, entenderá que ‘deixou’ o vento te levar todo esse tempo, e mesmo se enfiando em muitas tempestades mar à fora devido as teimosias suas, descobriu com muito custo a calmaria no tesouro que seu destino, totalmente justo, já tinha reservado para você. Porquê, felicidade completa é felicidade a dois…”
Sigo dizendo…. o amor só se conjuga no plural. A sim, ele pode até não “ser tudo” , claro, você precisa dessa afirmativa mental para defender que é você quem escolhe. Proponho-lhe um trato, saia dessa zoninha de conforto cujo discurso está um tanto desgastado e aceite de uma vez, você foi escolhido, você ama e isso basta para conduzir de outra forma todas as outras coisas. Ah…. que pena, mas depende de você…… e você nunca sabe do “novo” em você…. prefere o antigo movimento de dizer “sou assim” , escolhi.
Sigo as palavras enfáticas e tristes, será que a miopia do seu SER te impede de experimentar o novo? …” Vem comigo….. no caminho eu te explico….”

       Viva o amor, o respeito e a compreensão, isso você pode escolher. Expôr-se pessoalmente não é fácil, porque se tem pouco controle sobre o processo e sobre os efeitos da comunicação, mas não o temos desde que nascemos, não somos uma máquina. Somos outra coisa, fácil, seja ele entre amigos, familiares, ambiente de trabalho ou eventos sociais, sempre estamos vulneráveis a comentários, percepções, julgamentos e críticas, e o mundo pode parecer bem hostil em determinados momentos. Experiências desprazerosas neste campo em qualquer período da vida pode fazer com que muitas pessoas prefiram a reclusão, tenham traços de fobia feita de verdade e mistério, consciente e inconsciente, corpo e alma. A falsa ilusão criada pela imagem virtual em substituição a presença, tem tirado as pessoas do corpo a corpo. Mas a cada escolha; reclusão, vida social, ou vida virtual, há um preço ao qual não se escapa – a dor de existir – que está para todos, e não há uma receita para evitá-la, apenas um saber-fazer particular que cada um tem quando ela bate à porta, entretanto, a dois a partilha , a superação, a entrega torna o preço menor …. Existir a dois…. seja como for …. é existir plenamente. E chega dessa balela que “ é preciso antes se amar para depois amar alguém” , discordo, a gente se cuida , tem bons sentimentos para com a gente mesmo, auto estima e afins, se cuida, tem dias que se acha um lixo, outros uma princesa, mas amar…. a gente ama mesmo o outro e que delícia poder ter aprendido em tempo…..

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