Da síndrome de Gabriela…

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Da síndrome de Gabriela…

…E sem cravo …. e quiçá…. uma certa canela…..

Essas pessoas até podem se dar…. mas não por inteiro, podem até te querer, mas não por inteiro, e quanto a somar e partilhar, acredite, você pode até acreditar, mas ela jamais partilhará por inteiro.
Enfim, não conseguem porque mais cedo ou mais tarde preferem a zona do conforto a partilhar a vida com alguém….. a passar horas no colo … a viver uma relação….. e até desejam…. porém não insistem… e sempre estão a procura de motivos para que isso desmorone. Elas querem a sua matrix. Quem sofre? Óvio.. o outro….. pois não estou aqui afirmando que o portador (a) da síndrome não sofra, mas se de fato esse sofrimento fosse “sentido” eles se permitiriam arriscar….. de vagar …. a retirada do gesso defensivo. Instáveis, ensimesmados, são capazes de paixões intensas e desprezos cortantes. Porém… o amor vivido (se é que exista) esta trancado em suas entranhas defensivas. São secretíssimas.

Sabem porque? Porque amar implica se dar…. ceder…. tolerar coisas chatinhas também…. e os portadores da síndrome, tem uma certa rigidez “endeusada”. Tipo: sou legal, sou o máximo, sou bom, sou assim, se quiser ficar vai qter q ser assim…. e digo mais…. vc nunca saberá se de fato está ou não com esta pessoa…. raras são suas recaídas mais humanas e eles até te permitem um ou dois diálogos ao te verem sangrar …. parecidíssimos estruturalmente com os narcísicos, o portador da síndrome pode até aparentar o ser “descolado” e não apegado” é o que de fato ele deseja …. mas no fundo, são pessoas tão tímidas e inseguras que temem perder o Gesso, porém….. se liguem…. “Gesso demais necrosa… atrofia…. vai matando aos poucos….
Bem, vamos fundamentar um pouco mais…. ou não… RS

Não é preciso ser nenhum estudioso no assunto para saber que algumas pessoas preferem permanecer na “zona de conforto” cerebral. Ou seja, fazendo quase tudo da mesma forma e esperando um resultado diferente. Ora, o mundo é mais confortável, a vida é mais segura se soubermos o que nos espera, como agir e que reação ter em diferentes circunstâncias. O medo vem de dentro pra fora, vem dos arquivos internos que acabam por acionar o padrão do medo a qualquer pequeno sinal de algo que possa retirar o pleno controle de nossas mãos.

O novo gera insegurança, estimula tentativas, experimentos e convida a novas reflexões. Para ir em frente tem que está disposto a errar. Erros e falhas não devem ser encarados como derrotas, mas como bússolas. Além disso, é muito pior arrepender-se por algo que não fez do que por algo que nem tentou.
Existem dois tipos de medo: Um que serve para nos manter alerta e o outro que possui efeito paralisante e não nos deixa agir. No segundo caso, seguimos aprisionados ao medo de errar, de perder, de ousar, de fazer diferente e perdendo, quem sabe, grandes oportunidades de avançar e superar obstáculos que antes poderiam até parecer intransponíveis. Isto exige uma mudança em nosso padrão usual de reação, que deve passar do medo e da negatividade, para o otimismo e a confiança.
E quando falo em superação não estou me referindo apenas às vantagens no aspecto emocional, pois não é nenhuma novidade que atualmente as empresas não preservam mais limitações, e sim buscam profissionais abertos às mudanças, receptivos a desafios e dispostos a serem diferentes da maioria. Hoje em dia e no futuro sobreviverão aqueles que forem mais ágeis, mais rápidos, mais dinâmicos e assertivos.

Sem o elemento da novidade não haveria caminhada, nem arte, nem projeto, nem construção, sem o elemento do desconhecido não haveria construção de conhecimento, nem progresso, nem crescimento. A grande certeza da vida sabe qual é? É que sempre há mudança.
Bem, não espero muita coisa, mas acredito que é possível em todo “querer” uma modificação ….. dia após dia….

Pegando leve “Gabi” vc até teria “jeito” ….. se se permitisse a entrega…. ás falas…. ás emoções…..

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  1. Interessante o seu texto, nos leva a imaginar se existem muitos desses seres por ai? De onde vem? Como se reproduzem? O que dá para notar é que são pessoas desprovidas de qualquer senso de direção, sem objetividade, sem compromissos, no fundo aparentam serem totalmente irresponsáveis inclusive com os seus próprios sentimentos (caso tenham). Mas, o mais contundente é que estes seres “irresponsáveis” desprovidos de qualquer sentimento não bastante (in)satisfeitos com sua triste condição conseguem com esta maneira peculiar de ser, arrastar outras pessoas inocentes. E lendo o texto comecei a projetar e tentar lembrar de pessoas que podem se encaixar neste perfil daninho e vou repassar o seu texto, pois tenho certeza quando a pessoa lê e sentir enquadrado provavelmente ficará muito triste, mas ainda tenho as minhas duvidas do que ela faria para mudar, porque talvez ela não se ache assim tão errada, mas apenas diferente, e acredita que as pessoas possam conviver com as diferenças, ou não.

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  2. É mais do que clichê dizer que o amor é o maior mistério da vida humana. Podemos descobrir novos planetas, fazer bombas nucleares, superar a morte. Mas mesmo assim não conseguimos nos libertar das inseguranças e medos que só o amor pode nos proporcionar. Passam-se as eras e o amor não acaba, mas muda. Hoje, dizem, é líquido, escapa pelas mãos. Pode evaporar, pelo andar da carruagem, mas, creio eu, para quem nasceu para isso, ele se solidifica. Os que não, podem desfrutar da boêmia e dos mais de 9 bilhões de pessoas. Possibilidades não faltam.

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