Dedico a uma pessoa linda de cabelos longos e negros …

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Dedico a uma pessoa linda de cabelos longos e negros …

A culpa não foi das estrelas, foi minha mesmo.

Hoje eu acordei, e não tinha olhos de ressaca, mas me remeti a capitú … rs um sentimento de perda…. da ingenuidade, da ilusão, e acho que de alguma esperança… sou só.

Estou só… e continuarei só… uma sensação de nada saber… mas com muita vontade de querer aprender…. a ser um pouco mais companheira…. uma pessoa melhor … a quem queira andar do meu lado quem sabe até … acordar do meu lado, sim, porque apesar de todas as intenções, o amor tem também um tom de alegria, sim… apesar de conviver não ser sempre um mar de rosas chegou a minha hora, eu preciso caminhar… acho que chegou a hora de saber o que realmente quero para a minha vida e quem nem sempre a pessoa que escolhemos quer o mesmo.

A rejeição dói.

A solidão dói mais ainda … mas tenho que ser senhora de mim, saber das minhas dores e dos meus remédios…. e de novo esqueci de ligar a cafeteira….. eu não quero nada morno….. e que venham outros brindes e outras travessias.

É que a gente se cansa de ficar tentando se afirmar no outro e pelo outro… a gente no fundo até quer alguém que nos espere na volta pra casa… mas precisa ser alguém inteiro e disposto… a gente no início acha que vai morrer …. e de verdade a gente morre, morre mesmo e vale a pena pois surge daí outras vidas, outras possibilidades de se reencontrar e fazer outros encontros … a vida só acontece nos afetamentos.

Quer saber mesmo quem eu sou?
Ta …Vem cá, senta comigo e toma um café…. talvez você possa me dizer !!!

Quem sabe até fique tarde então vamos logo ali onde há uma comida italiana perfeita… e vinho bom… mas sério … eu não quero nada morno, eu perdi a ingenuidade … Ah! Que tolice… a gente não perde … a gente só entende que não vale a pena estar a fim de uma evolução e o outro de uma estagnação.

“…será que um dia a gente vai se encontrar? Quando os soldados tiram as botas pra dançar…… lalaia…”

 

true love

“Eu que não fumo, queria um cigarro
Eu que não amo você
Envelheci dez anos ou mais
Nesse último mês
Eu que não bebo, pedi um conhaque
Pra enfrentar o inverno
Que entra pela porta
Que você deixou aberta ao sair

Senti saudade, vontade de voltar
Fazer a coisa certa
Aqui é o meu lugar
Mas sabe como é difícil encontrar
A palavra certa
A hora certa de voltar
A porta aberta
A hora certa de chegar

Dia e noite sem parar, procurei sem encontrar
A palavra certa
A hora certa de voltar
A porta aberta
A hora certa de chegar

Eu que não fumo, pedi um cigarro
Eu que não amo você
Envelheci dez anos ou mais
Nesse último mês
Eu que não bebo, queria um conhaque
Pra enfrentar o inverno
Que entra pela porta
Que você deixou aberta ao sair

Eu que não fumo, pedi um cigarro
Eu que não amo você
Envelheci dez anos ou mais
Nesse último mês
Eu que não bebo, queria um conhaque
Pra enfrentar o inverno
Que entra pela porta
Que você deixou aberta ao sair”

Humberto Gessinger ·

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